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A amizade nos limites da simples moral: a concepção kantiana de amizade em relação à humanidade
Jean Christophe Merle
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Jean Christophe Merle
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 51 / 4
- Ano
- 2006
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2006.4.344451
- Páginas
- 79-90
- Idioma
- pt
2006Jean Christophe Merle. A amizade nos limites da simples moral: a concepção kantiana de amizade em relação à humanidade. Veritas (Porto Alegre), v. 51, n. 4, p. 79-90, 2006.2
A concepção kantiana de amizade representa um momento decisivo na história das teorias da amizade. Contra os atuais intérpretes de Kant, neste artigo tenta-se mostrar que Kant abandona a concepção tradicional de amizade como uma relação dentro de um grupo aberto, e o seu ideal é a amizade em relação a toda a humanidade. Para mostrar isso, é preciso diferenciar acuradamente os elementos psicológicos da amizade, que Kant assume das teorias da amizade anteriores e simplesmente desenvolve, dos elementos genuinamente morais da amizade, de cujo tratamento Kant é o pioneiro.
