Artigo
Ver fonte original- Autor
- Maria Rosa Afonso
- Revista
- Polymatheia - Revista de Filosofia
- Edição
- 17 / 2
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.52521/poly.v17i2.13024
- Páginas
- 192-206
- Idioma
- pt
2024Maria Rosa Afonso. A BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT: COMPREENSÃO E ATUALIDADE DO CONCEITO. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 17, n. 2, p. 192-206, 2024.3
O objetivo do artigo é analisar o conceito de banalidade do mal, em Hannah Arendt, na sua compreensão e atualidade. No entendimento de que aparece em oposição a um conceito de mal enraizado, analisamos os radicalismos antijudaicos e a perspectiva kantiana do mal radical, para compreender, em que medida, o nazismo pode ser um mal desta natureza. Radicalidade que Arendt questiona, por considerar que, embora extremo, aquele mal é sem profundidade; vivenciado como algo normal, pelo qual ninguém se questiona ou responsabiliza. Pode ocorrer, na atualidade, se não for denunciado, criticado, por indivíduos e instituições.
Palavras-chave:
