Artigo
Ver fonte original- Autor
- André Brayner de Farias
- Revista
- Kalagatos
- Edição
- 14 / 2
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.23845/kalagatos.v14i2.6267
- Páginas
- 109-120
- Idioma
- pt
2021André Brayner de Farias. A biopolítica do corpo que dorme. Kalagatos, v. 14, n. 2, p. 109-120, 2021.2
O trabalho propõe uma análise biopolítica do sono, partindo da leitura do ensaio de Jonathan Crary, 24/7 – capitalismo tardio e os fins do sono. Segundo Crary, a realização final do capitalismo estaria na dependência de resolver o problema do sono: enquanto ainda necessitarmos de pausa para dormir, o capitalismo ainda não pode se realizar ple-namente. Superar a necessidade de dormir seria a condição para um funcionamento do capitalismo em regime ininterrupto, chama-do de 24/7. A análise buscará apoio no con-ceito foucaultiano de disciplina (Vigiar e pu-nir) e no conceito arendtiano de natalidade (A condição humana).
Palavras-chave:
