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A Condição Operária, de Simone Weil

Philippe Lacour, Jade Oliveira Chaia, Diule Fideles Souza da Silva, Jéssica da Silva Ferreira, Michelly Alves Teixeira, Roberto Guimarães, Rogério Santos dos Prazeres

Autor
Philippe Lacour, Jade Oliveira Chaia, Diule Fideles Souza da Silva, Jéssica da Silva Ferreira, Michelly Alves Teixeira, Roberto Guimarães, Rogério Santos dos Prazeres
Revista
Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
Edição
12 / 2
Ano
2024
DOI
10.26512/rfmc.v11i1.55233
Páginas
253 - 262
Idioma
pt
2024Philippe Lacour, Jade Oliveira Chaia, Diule Fideles Souza da Silva, Jéssica da Silva Ferreira, Michelly Alves Teixeira, Roberto Guimarães, Rogério Santos dos Prazeres. A Condição Operária, de Simone Weil. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 12, n. 2, p. 253 - 262, 2024.1

A presente tradução de La Condition Ouvrière, de Simone Weil, para a língua portuguesa, apresenta ao público uma obra seminal que analisa, de forma crítica, a condição do trabalhador no sistema industrial moderno. Publicada inicialmente em 1951, na coleção Espoir, sob a direção de Albert Camus, a coletânea, de mesmo título, organiza e apresenta textos da autora que refletem sua vivência singular: seu ingresso como operária em um ambiente fabril. Nessas reflexões, Weil examina as dinâmicas sociais e econômicas que perpetuam a opressão e a alienação, evidenciando a desumanização decorrente da perda de significado no trabalho. Propõe, ainda, uma reorganização das estruturas laborais que transcenda a lógica meramente produtiva, restaurando a dignidade humana, o propósito existencial e a conexão espiritual entre o trabalhador, sua atividade e o mundo. A tradução foi realizada pelo Grupo de Tradução de Língua Francesa do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília.