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A “Consciência” Hermenêutica em Habermas: Interfaces e Diálogos

Anderson de Alencar Menezes, José Aparecido de Oliveira Lima

Autor
Anderson de Alencar Menezes, José Aparecido de Oliveira Lima
Revista
Revista Ágora Filosófica
Edição
16 / 3
Ano
2016
DOI
10.25247/P1982-999X.2016.v1n3.p48-55
Páginas
48-55
Idioma
pt
2016Anderson de Alencar Menezes, José Aparecido de Oliveira Lima. A “Consciência” Hermenêutica em Habermas: Interfaces e Diálogos. Revista Ágora Filosófica, v. 16, n. 3, p. 48-55, 2016.1

O presente artigo procurará discutir alguns pressupostos fundamentais para a compreensão da hermenêutica em Habermas. De fato, a preocupação central habermasiana no que toca à hermenêutica é problematizar as relações entre intérprete, tradição e razão. Sem desconsiderar o papel da crítica advinda da competência comunicativa como postulado central da hermenêutica habermasiana. Perceberá também as críticas de Habermas à Gadamer, sobretudo aos aspectos da autoridade e da tradição, tidos por Gadamer como intocáveis no processo discursivo da linguagem ordinária