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A crise na educação moderna segundo Hannah Arendt

João Loyola de Freitas

Autor
João Loyola de Freitas
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
2 / 2
Ano
2010
DOI
10.31977/grirfi.v2i2.469
Páginas
1-14
Idioma
pt
2010João Loyola de Freitas. A crise na educação moderna segundo Hannah Arendt. Griot : Revista de Filosofia, v. 2, n. 2, p. 1-14, 2010.3

Na atualidade e em grau relevante, sobre o mais instruído ao mais desinformado habitante do mundo ocidental, paira uma idéia, um conceito de educação. A educação, por estar essencialmente ligada às crianças ou a idéia de novo, sugere, em nossa imaginação, um caráter de renovação, de transformação das realidades sociais e políticas. Porém, depois de algumas décadas da presença do sistema moderno educacional, em nossa sociedade, não se vê tanta transformação, quanto se esperava. Uma mente reflexiva que se arriscou a pensar a educação e seus problemas na modernidade, foi a pensadora política Hannah Arendt. Assim, a proposta deste artigo é rastrear a reflexão arendtiana sobre a educação moderna, apresentando: a constatação da crise educacional e sua ligação com o mundo moderno; a educação na América como exemplo de uma realidade de crise; os elementos estruturais desta educação; o que gerou a crise e como podemos lidar com este fato.