Voltar para Artigos
Artigos

A definição de Deus na ética de Benedictus de Spinoza

Emanuel Angelo da Rocha Fragoso

Autor
Emanuel Angelo da Rocha Fragoso
Revista
Kalagatos
Edição
2 / 4
Ano
2021
DOI
10.23845/kalagatos.v2i4.5678
Páginas
11-31
Idioma
pt
2021Emanuel Angelo da Rocha Fragoso. A definição de Deus na ética de Benedictus de Spinoza. Kalagatos, v. 2, n. 4, p. 11-31, 2021.2

O estudo da definição 6 da Parte I da Ética de Benedictus de Spinoza, ou a definição de Deus como coisa absolutamente infinita, e a justificativa spinozista para a demonstração desta definição, envolve a exposição e demonstração do percurso spinozista que vai do pluralismo substancial ao monismo substancial e deste para o monismo absoluto, bem como a consideração da existência de uma única substância na natureza (monismo) e não duas ou mais (pluralismo), e conclui com a afirmativa spinozista de que apenas a substância única existe, como a própria Natureza mesma, e tudo o mais que existe, existe como afecções desta substância única (monismo absoluto).