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A Estética cartesiana não delimitada pelo método

Isaú Ferreira Veloso Filho

Autor
Isaú Ferreira Veloso Filho
Revista
Revista Ideação
Edição
1 / 30
Ano
2018
DOI
10.13102/ideac.v1i30.1326
Páginas
177-192
Idioma
pt
2018Isaú Ferreira Veloso Filho. A Estética cartesiana não delimitada pelo método. Revista Ideação, v. 1, n. 30, p. 177-192, 2018.1

O artigo tem como proposta apresentar a primeira obra do filósofo francês René Descartes, o Compendium of Music, além de algumas cartas trocadas com Mersene entre os anos de 1629 e 1631, para se avaliar o que levou o autor do Discurso do Método a escrever um tratado sobre teoria musical e quais as implicações dessas obras no seu pensamento. Além de impedir a falsa ilusão de um Descartes artista, pretendese demonstrar o contraponto que o filósofo representa frente à teoria dos afetos, e como esse posicionamento é o principio da ideia de subjetividade do gosto em sentido strito, isto é, o gosto como uma questão particular do sujeito. Questão que será fundamental para as noções estéticas modernas, e na qual Descartes está imerso sem ter meios de perceber