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A IDENTIDADE DA DISCIPLINA FILOSOFIA E DO DOCENTE NO CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO

Geraldo Adriano Emery Pereira, Isabel Thereza de Holanda Freitas, João Vitor Freitas Moreira, Partrícia Pontes Lopes

Autor
Geraldo Adriano Emery Pereira, Isabel Thereza de Holanda Freitas, João Vitor Freitas Moreira, Partrícia Pontes Lopes
Revista
Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE)
Edição
2013 / 21
Ano
2014
DOI
10.26512/resafe.v0i21.4621
Páginas
3-16
Idioma
pt
2014Geraldo Adriano Emery Pereira, Isabel Thereza de Holanda Freitas, João Vitor Freitas Moreira, Partrícia Pontes Lopes. A IDENTIDADE DA DISCIPLINA FILOSOFIA E DO DOCENTE NO CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), v. 2013, n. 21, p. 3-16, 2014.2

O trabalho é um exercício de pensamento referente ao lugar da filosofia no currículo do ensino médio. A investigação considera a recente presença da filosofia como disciplina obrigatória em todas as séries da escola média brasileira. Assim, a condição curricular, e o próprio lugar do docente são ainda uma lacuna a ser preenchida. Para essa “atividade” as provocações de Hannah Arendt e de Gilles Deleuze figuram como o solo conceitual da reflexão.O exercício intelectual de Arendt sobre o “vazio de pensamento” e sua rigorosa análise sobre a faculdade de pensar articuladas com as provocações de Deleuze quanto a compreensão da filosofia como uma “produtora” e articuladora de conceitos, ditaram o caminho que sugere ser a filosofia, enquanto “disciplina”, um parar para pensar como forma de contrapor o pensar ao fluxo laboral de consumo de conteúdos da escola média. Aqui a filosofia enquanto disciplina é uma contemplação tão ativa quanto a ação.