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A nova estética de R. Musil e os “estados de agregação” da alma e do intelecto
Kathrin Rosenfield
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Kathrin Rosenfield
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 65 / 2
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2020.2.37859
- Páginas
- e37859
- Idioma
- pt
2020Kathrin Rosenfield. A nova estética de R. Musil e os “estados de agregação” da alma e do intelecto. Veritas (Porto Alegre), v. 65, n. 2, p. e37859, 2020.1
Em 1910, quatro anos depois de publicar O Jovem Törless, Musil terminou, enfim, sua difícil segunda obra (as novelas Uniões). É um período de incertezas, primeiro porque Musil duvida que suas novelas teriam o sucesso do primeiro romance, segundo, porque se preocupa com sua carreira de escritor. Nesse momento de crise ainda sorrateira, ele começa a anotar ideias sobre as relações da moral com a arte. É um assunto antigo que acompanha a reflexão estética desde Platão e Aristóteles, mas ele recebe na reflexão de Musil um novo horizonte que conecta a moral e a estética com o conhecimento científico.
Palavras-chave:
