- Autor
- Maria Renata da Cruz Duran
- Revista
- Antíteses
- Edição
- 15 / Especial
- Ano
- 2022
- DOI
- 10.5433/1984-3356.2022v15nEspecialp342-357
- Páginas
- 342-357
- Idioma
- pt
Não se pode dizer que o rádio seja uma novidade na educação. Desde as comemorações do centenário da Independência do Brasil, em 1922, o professor Edgard Roquette-Pinto já tinha vislumbrado o potencial de difusão da cultura nacional nessa tecnologia de primeira geração. Na década de 1940 o rádio voltava à tona entre os escombros da grande guerra mundial convertendo a BBC de Londres em Open University. Da África até Israel, a tecnologia de baixo custo e acesso irrastreável suspendeu fronteiras religiosas e políticas durante as disputas que marcaram os anos 1980 e 1990. No Brasil, o projeto Minerva, a Rádio MEC e todas as rádios universitárias e comunitárias, cuja expansão atesta a eficácia da ferramenta, mantiveram a centelha acesa enquanto a internet ainda lutava para se tornar uma realidade ampla e eficaz
