Artigos
A unidade ética em "O mundo como vontade e como representação" de Schopenhauer
Luan Corrêa da Silva
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Luan Corrêa da Silva
- Revista
- Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
- Edição
- 9 / 2
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.5902/2179378635344
- Páginas
- 4-15
- Idioma
- pt
2018Luan Corrêa da Silva. A unidade ética em "O mundo como vontade e como representação" de Schopenhauer. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 9, n. 2, p. 4-15, 2018.2
O objetivo deste artigo é o de defender a unidade ética em O mundo como vontade e como representação. Trata-se da consideração ética da Besonnenheit, para além da sua consideração gnosiológica, frequentemente remetida à estética apresentada no terceiro livro do Mundo. De acordo com a minha interpretação, a consideração “ética” diz respeito não apenas ao desenvolvimento da ética da compaixão e da ética da negação da vontade, no quarto livro do Mundo. O sentido ético do Mundo reside, de forma mais ampla, na possibilidade de superação do princípio de razão, e, portanto, da individuação, uma postura que tem consequências éticas já desde a primeira linha da obra magna de Schopenhauer.
Palavras-chave:
