- Autor
- Alípio José Viana Pereira Neto
- Revista
- Prometeus - Journal of Philosophy
- Edição
- 35
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.52052/issn.2176-5960.pro.v13i35.12064
- Idioma
- pt
O filósofo Charles L. Hamblin afirmou que até a publicação de sua obra, Fallacies (1970), todas as abordagens sobre as falácias não desenvolviam bem o tema e se limitavam a uma tratamento superficial, o que incluía um conceito ruim, pouco rigoroso. De outro lado, o filósofo Hans V. Hansen (2002), após extensa pesquisa, afirmou que a crítica de Hamblin é impertinente pois, em verdade, pouquíssimos autores adotavam a definição por ele criticada. Sendo assim, o presente artigo pretende analisar esse confronto de ideias entre Hamblin e Hansen como uma forma de discutir se há, de fato, uma abordagem padrão e, em caso positivo, se ela é satisfatória e em que medida. Esse debate é importante para nós porque reflete a necessidade de um melhor desenvolvimento para o tema das falácias.
