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AGOSTINHO: RUMO A UMA RAZÃO AFETIVA

Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha

Autor
Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha
Revista
Revista Dissertatio de Filosofia
Edição
40
Ano
2014
DOI
10.15210/dissertatio.v40i0.8527
Páginas
39-47
Idioma
pt
2014Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha. AGOSTINHO: RUMO A UMA RAZÃO AFETIVA. Revista Dissertatio de Filosofia, v. 40, p. 39-47, 2014.2

O objetivo deste artigo é caracterizar a razão agostiniana a fim de demarcar o significado da filosofia para Agostinho e a racionalidade com a qual opera. A razão sempre acompanha-se, de modo indissociável, da vontade/amor; nesse sentido podemos nos referir a ela como uma razão afetiva. Pretende-se apenas trazer à luz importante aspecto do pensamento agostiniano, por meio de alguns textos que permitam fundamentar e esboçar a ideia de uma ‘razão afetiva’, expressão, aliás, não empregada por Agostinho, mas que, a nosso ver, traduz muito de seu pensamento: a intelecção exige vontade/amor.