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AGRICULTORES E FREQUÊNCIA ESCOLAR OBRIGATÓRIA: uma relação contraditória?

Thérese Hamel, Michel Morisset

Autor
Thérese Hamel, Michel Morisset
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
42 / 2
Ano
1997
DOI
10.15448/1984-6746.1997.2.35673
Páginas
365-384
Idioma
pt
1997Thérese Hamel, Michel Morisset. AGRICULTORES E FREQUÊNCIA ESCOLAR OBRIGATÓRIA: uma relação contraditória?. Veritas (Porto Alegre), v. 42, n. 2, p. 365-384, 1997.1

Este artigo analisa a posição de um grupo específico de cidadãos, os agricultores, face a uma legislação particularmente importante em educação: a instauração da frequência escolar obrigatória. O texto refere-se à realidade quebequense, mas trata de um tema que vai além das particularidades do contexto sócio histórico norte-americano. Em recente missão de trabalho no Brasil (na Universidade Federal do Ceará, maio e junho de 1996), foi possível verificar como a instrução obrigatória representa um momento importante do desenvolvimento do aparelho escolar brasileiro, em especial para o grupo dos agricultores. Espera-se que a presente análise fomente uma reflexão fecunda, numa perspectiva comparativa, entre essas duas realidades sociais, a partir das questões aqui abordadas.