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Albert Camus e a recusa do suícidio em o mito de Sísifo

Leandson Vasconcelos Sampaio

Autor
Leandson Vasconcelos Sampaio
Revista
Kalagatos
Edição
17 / 2
Ano
2021
Páginas
102-121
Idioma
pt
2021Leandson Vasconcelos Sampaio. Albert Camus e a recusa do suícidio em o mito de Sísifo. Kalagatos, v. 17, n. 2, p. 102-121, 2021.2

Este trabalho consiste em fazer uma reflexão filosófica sobre a questão do suicídio a partir da obra O Mito de Sísifo – ensaio sobre o absurdo (1942) do filósofo franco-argelino Albert Camus (1913-1960). Partindo da questão da sensibilidade, mostramos que Camus diagnostica o absurdo como uma espécie de fratura entre o homem e o mundo e busca as consequências desta evidência que é “sensível ao coração”. Com a “lógica absurda”, Camus nos trás a reflexão filosófica que consiste em recusar todas as formas de esperança enquanto uma trapaça. Ou seja, ao recusar os subterfúgios, o homem absurdo afirma a vida e recusa também tanto o suicídio físico quanto o suicídio filosófico, mantendo a tensão constante.

Palavras-chave: