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Antropologia existencial no pensamento de Jean-Paul Sartre

Luciano Oliveira Paulo Filho

Autor
Luciano Oliveira Paulo Filho
Revista
Revista DIAPHONÍA
Edição
4 / 1
Ano
2018
DOI
10.48075/rd.v4i1.19802
Páginas
108-118
Idioma
pt
2018Luciano Oliveira Paulo Filho. Antropologia existencial no pensamento de Jean-Paul Sartre. Revista DIAPHONÍA, v. 4, n. 1, p. 108-118, 2018.1

O trabalho, a seguir, aborda a filosofia de Jean-Paul Sartre sobre uma perspectiva antropológica existencial. Para tanto, trata-se de apresentar como o filósofo francês compreende o homem e sua existência, a partir da fenomenologia. A tese sartriana fundamental é a de que a existência precede a essência. Isto posto, Sartre pretende reconhecer, na existência humana, a suprema autonomia perante seu existir. Para levar adiante essa breve reconstrução, a estrutura do texto é composta dois momentos. No primeiro, reconstituo a diferença entre o ser-Em-si e o ser-Para-si e, no segundo, a relação entre os conceitos de nada e de projeto. A metodologia é qualitativa bibliográfica. O material bibliográfico são as obras filosóficas de Sartre mais importantes como O Ser e o Nada (1943) e O Existencialismo é um Humanismo (1945) e alguns comentadores para embasar o texto.