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ARISTÓFANES E O MITO QUE NINGUÉM RIU

Felipe Gustavo Soares da silva, Karl Heinz Efken

Autor
Felipe Gustavo Soares da silva, Karl Heinz Efken
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Edição
11 / 31
Ano
2019
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v11i31.12369
Idioma
pt
2019Felipe Gustavo Soares da silva, Karl Heinz Efken. ARISTÓFANES E O MITO QUE NINGUÉM RIU. Prometeus - Journal of Philosophy, v. 11, n. 31, 2019.1

O presente trabalho trata de analisar a fala do famoso comediante grego Aristófanes, trazida por Platão em seu Simpósio. A fala da personagem aqui é interpretada considerando sua descrição da natureza humana a partir do famoso mito dos andróginos e as implicações do desejo (Eros) para a felicidade humana. Estranhamente, ao término da fala do comediante não há risos, provavelmente, porque o conteúdo falado foi um assunto sério que revelou a dimensão trágica de Eros para a vida humana.