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ARQUEOGENEALOGIA E O DIAGNÓSTICO DO PRESENTE: De Nietzsche a Foucault

João Jânio da Silva Lira

Autor
João Jânio da Silva Lira
Revista
Revista Paranaense de Filosofia
Edição
1 / 2
Ano
2021
DOI
10.33871/27639657.2021.1.2.5912
Páginas
75-96
Idioma
pt
2021João Jânio da Silva Lira. ARQUEOGENEALOGIA E O DIAGNÓSTICO DO PRESENTE: De Nietzsche a Foucault. Revista Paranaense de Filosofia, v. 1, n. 2, p. 75-96, 2021.2

Michel Foucault considera que a tarefa da filosofia contemporânea consiste, desde Nietzsche, em diagnosticar o presente e não mais dar respostas prontas e acabadas para tudo e todas as coisas. Nesta linha de pensamento, o presente artigo busca investigar o conceito de diagnóstico do presente no pensamento do filósofo francês. O objetivo é identificar como essa concepção se apresenta no pensamento foucaultiano e apresentar como sua arqueo-genealogia enquanto modus operandi permite o diagnóstico do tempo presente. Para isso, analisamos a tessitura arqueo-genealógica da filosofia do autor para apresentar em que medida esse método filosófico lhe propiciou diagnosticar o presente.