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ARQUITETURA DOS ESPAÇOS, VIDA COMO OBRA DE ARTE: HETEROTOPIA E ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA EM FOUCAULT

Gabriel Vilarinho

Autor
Gabriel Vilarinho
Revista
Revista Ideação
Edição
1 / 51
Ano
2025
Páginas
135-152
Idioma
pt
2025Gabriel Vilarinho. ARQUITETURA DOS ESPAÇOS, VIDA COMO OBRA DE ARTE: HETEROTOPIA E ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA EM FOUCAULT. Revista Ideação, v. 1, n. 51, p. 135-152, 2025.1

Presente em diferentes momentos na obra filosófica de Michel Foucault, a reflexão sobre os espaços entra em contato com outros temas trabalhados pelo filósofo tais como a linguagem, as relações de poder-saber e os modos de subjetivação. A partir disso, este artigo tem como objetivo analisar de que forma os espaços que nos envolvem nos mais diversos âmbitos de nossa vida se associam ao exercício de uma vida como obra de arte e de uma atitude crítica com presente ao qual pertencemos. Busca-se, principalmente, tensionar o conceito de heterotopia e de estética da existência formulados por Foucault promovendo, também, associações com os autores Charles Baudelaire e Arthur Rimbaud, representantes da modernidade.