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As duas faces do conceito hegeliano de liberdade e a mediação da categoria do reconhecimento

Cesár Augusto Ramos

Autor
Cesár Augusto Ramos
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
55 / 3
Ano
2010
DOI
10.15448/1984-6746.2010.3.7521
Idioma
pt
2010Cesár Augusto Ramos. As duas faces do conceito hegeliano de liberdade e a mediação da categoria do reconhecimento. Veritas (Porto Alegre), v. 55, n. 3, 2010.1

O objetivo deste artigo é examinar o estatuto teórico do conceito hegeliano de liberdade como “estar consigo mesmo no seu outro”, bem como a mediação da categoria do reconhecimento na relação entre a face objetiva e subjetiva que este conceito retrata. Nessa perspectiva, relações não legítimas de dominação e coerções são rejeitadas em nome de um conceito intersubjetivo de liberdade. Pretende-se, também, destacar os elementos importantes na filosofia hegeliana para compreender o sentido da liberdade na constituição de uma teoria social, a qual pode ser formulada na sua aproximação com o republicanismo, no debate contemporâneo da filosofia política e moral.