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AS SÍNTESES DO INCONSCIENTE E O COLAPSO DO EU EM DELEUZE

Leandro Lelis Matos

Autor
Leandro Lelis Matos
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
16 / 41
Ano
2025
DOI
10.36311/1984-8900.2024.v16n41.p133-157
Páginas
133-157
Idioma
pt
2025Leandro Lelis Matos. AS SÍNTESES DO INCONSCIENTE E O COLAPSO DO EU EM DELEUZE. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 16, n. 41, p. 133-157, 2025.2

Este artigo pretende debater a crítica de Gilles Deleuze à noção psicanalítica de inconsciente, a partir de três perspectivas relacionadas às sínteses pré-subjetivas, na obra Diferença e repetição. A tese do nosso filósofo é a de que é preciso romper com o círculo fundação-fundamento, protagonizado pelas figuras do princípio empírico e do princípio transcendental, até chegar a um novo princípio, o sem-fundo, que corresponde à potência criativa, encarnada em um eu colapsado. Nesse sentido, optamos por elucidar como a literatura de F.S. Fitzgerald é privilegiada por Deleuze, pois ela traz o acontecimento como princípio para agir, após um desfazimento do sujeito enquanto unidade.