- Autor
- Vanessa Furtado Fontana
- Revista
- Aufklärung: journal of philosophy
- Edição
- 7 / 3
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.18012/arf.v7i3.55296
- Páginas
- p.99-110
- Idioma
- pt
O tema da morte sempre esteve presente na história da filosofia e também está nos textos existencialistas de Sartre. A principal obra que trata da morte é: “O ser e o nada” de 1943, no qual se concentra esse artigo. Nesta obra a morte é vista como limite para a nadificação. Contudo destaca-se também, a importante concepção do existencialismo ateu na obra “O existencialismo é um humanismo”, no qual a morte é apresentada como fim, sem as perceptivas de pós-morte do cristianismo. Ainda tratar-se-á do texto “A náusea”, como forma de pensar a morte e sua absurdidade. O tema do absurdo também é descrito na obra “O ser e o nada”, e é a primeira chave de leitura para esse fenômeno do limite da vida, mas que ainda é vida. Um último tema a abordar, e nem por isso menos importante, é o ser-para-outro, a concepção da minha morte encarada pelo outro, e como esse outro reage e fundamenta, em certo sentido, minha própria morte.
