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Autonomia do Juízo e Ação Política em Hannah Arendt

PEDRO RHAVEL TEIXEIRA

Autor
PEDRO RHAVEL TEIXEIRA
Revista
Polymatheia - Revista de Filosofia
Edição
8 / 13
Ano
2021
Idioma
pt
2021PEDRO RHAVEL TEIXEIRA. Autonomia do Juízo e Ação Política em Hannah Arendt. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 8, n. 13, 2021.2

O artigo visa compreender a noção arendtiana de juízo como o lugar próprio do pensamento moral. Partindo da perda de um sentido ético norteador, formado por princípios ou regras de conduta universais, o juízo seria uma faculdade autônoma, baseada na própria estrutura da atividade de pensar, enquanto realização de um dois em um, no qual ambas as partes visariam um acordo entre si. Em seu caráter autônomo, o juízo apresentar-se-ia como o último reduto de liberdade para o agente, em situações de perda da possibilidade da ação política.