Artigo
Ver fonte original- Autor
- Sônia Campaner Miguel Ferrari
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 43 / 2
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.1590/0101-3173.2020.v43n2.04.p71
- Páginas
- 71-76
- Idioma
- pt
2020Sônia Campaner Miguel Ferrari. Comentário - Walter Benjamin, surrealismo e Zen. Trans/Form/Ação, v. 43, n. 2, p. 71-76, 2020.2
Como Francisco Pinheiro Machado enfatiza, em seu artigo, o movimento surrealista se colocou num ataque frontal contra a lógica cartesiana, a moralidade burguesa e o racionalismo. Para isso, adotou determinados procedimentos, a fim de conseguir desvencilhar-se das formas de pensamento da cultura ocidental. Os ensinamentos de Freud, assim como as teorias de Einstein, ajudaram o movimento a esquivar-se das ideias de causalidade e de onipotência da consciência. Assim, os surrealistas colocaram em seu lugar, conforme consta no Manifesto de Breton, os sonhos, a loucura, a imaginação e a intuição, como caminhos para acessar os aspectos mais recônditos e sombrios da mente humana.
Palavras-chave:
