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CONHECIMENTO INTUITIVO E CONHECIMENTO ABSTRATO NA FILOSOFIA DE SCHOPENHAUER
José Clérison Santos Alves
Artigo
Ver fonte original- Autor
- José Clérison Santos Alves
- Revista
- Revista Ideação
- Edição
- 1 / 38
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.13102/ideac.v1i38.4300
- Páginas
- 328-348
- Idioma
- pt
2018José Clérison Santos Alves. CONHECIMENTO INTUITIVO E CONHECIMENTO ABSTRATO NA FILOSOFIA DE SCHOPENHAUER. Revista Ideação, v. 1, n. 38, p. 328-348, 2018.1
O presente artigo pretender mostrar que no interior de O mundo como vontade e representação Schopenhauer nos apresenta uma distinção entre dois tipos de conhecimento, a saber: o intuitivo e o abstrato. O primeiro é um produto do entendimento unido às formas puras do espaço e do tempo: as representações intuitivas. O segundo é uma obra da faculdade de razão: as representações abstratas. Para Schopenhauer, a única função da razão é atuar como uma faculdade produtora de conceitos abstratos. Aqui, todos os conceitos da razão devem ter como referência o conhecimento intuitivo, pois, sem essa referência, a razão se perde em conceitos vazios de conteúdo.
