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CONSCIÊNCIA COMO ATRIBUTO CEREBRAL: UMA RÉPLICA A “O CONCEITO DE SENTIMENTO NO MONISMO DE TRIPLO ASPECTO”

Armando Freitas da Rocha

Autor
Armando Freitas da Rocha
Revista
Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Edição
7 / 14
Ano
2015
DOI
10.36311/1984-8900.2015.v7n14.5586
Páginas
88-94
Idioma
pt
2015Armando Freitas da Rocha. CONSCIÊNCIA COMO ATRIBUTO CEREBRAL: UMA RÉPLICA A “O CONCEITO DE SENTIMENTO NO MONISMO DE TRIPLO ASPECTO”. Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia, v. 7, n. 14, p. 88-94, 2015.1

A necessidade ou não da crença na sobrevivência do Eu após a morte inspira o dualismo ou monismo, respectivamente. A imortalidade do Eu não é passível de observação empírica e, portanto fica restrita ao campo das crenças. Nesse contexto, a imortalidade é plausível e suportada por uma coerência sintática de qualquer raciocínio lógico ou linguístico, mas não por uma coerência semântica.