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Criação elementar e barbárie positiva: Walter Benjamin e o Grupo-G

João Felipe Lopes Rampim

Autor
João Felipe Lopes Rampim
Revista
Revista Limiar
Edição
9 / 17
Ano
2022
DOI
10.34024/limiar.2022.v9.13459
Páginas
150-172
Idioma
pt
2022João Felipe Lopes Rampim. Criação elementar e barbárie positiva: Walter Benjamin e o Grupo-G. Revista Limiar, v. 9, n. 17, p. 150-172, 2022.1

O objetivo aqui é situar Benjamin no contexto dos movimentos de vanguarda de seu tempo, no caso, do grupo de artistas e intelectuais estabelecidos em Berlim na década de 1920 que ficou conhecido como Grupo-G. O contato com esse grupo foi decisivo para viragem na obra de Benjamin a partir de 1924, quando ele passa a ter a modernidade como principal objeto de estudo. Nosso intuito é mostrar como as ideias desse grupo, circunscritas em torno do conceito central de “criação elementar”, ajudam a lançar luz sobre o “conceito novo e positivo de barbárie”, que Benjamin introduz em “Experiência e pobreza”, texto que se situa no limiar entre sua vida de crítico cultural na República de Weimar e os anos de exilado.