Artigo
Ver fonte original- Autor
- Edvan Aragão Santos
- Revista
- Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
- Edição
- 4 / 2
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.26512/rfmc.v4i2.12548
- Páginas
- 23-36
- Idioma
- pt
2017Edvan Aragão Santos. Crítica bergsoniana ao dualismo na tradição. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 4, n. 2, p. 23-36, 2017.2
Este artigo tem como objetivo expor a crítica de Henri-Bergson ao dualismo na tradição filosófica. Nosso intuito é demonstrar que Bergson se diferencia fundamentalmente do dualismo e da perspectiva ontológica da tradição filosófica - ainda que se utilize em toda sua obra de dualismos que aparecem sob a forma do método. Bergson se contrapõe, sobretudo, ao privilégio do ser transcendental enquanto forma estática e imóvel conferida pelo Platonismo e endossa sua crítica à tradição em um debate constante com o famoso paradoxo da corrida entre Aquiles e a Tartaruga do filósofo grego Zenão de Eléia. Ao desvelar os problemas do Platonismo e da escola de Eléia, Bergson pretende nos revelar uma ontologia do devir e do movimento.
Palavras-chave:
