Voltar para Artigos
Artigos

DA MORTE DA ARTE EM HEGEL A SUA EXISTÊNCIA AUTÔNOMA

Custódio Luís S. de Almeida

Autor
Custódio Luís S. de Almeida
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
42 / 4
Ano
1997
DOI
10.15448/1984-6746.1997.4.35748
Páginas
869-889
Idioma
pt
1997Custódio Luís S. de Almeida. DA MORTE DA ARTE EM HEGEL A SUA EXISTÊNCIA AUTÔNOMA. Veritas (Porto Alegre), v. 42, n. 4, p. 869-889, 1997.1

Este artigo é um diálogo com Hegel e Gadamer, partindo da pergunta: "O que é arte?''. Hegel é um divisor de águas; pode-se dizer que a arte antes de Hegel é uma coisa e depois de Hegel outra. Com Hegel diremos que a arte "morreu" ou foi supra assumida pelo espírito absoluto; se isso não significa morte, é, pelo menos, perda de identidade - de autonomia. Com Gadamer diremos que a arte é arte, sem estar dizendo uma tautologia; pois essa seria a melhor forma de dizer que arte não tem conceito e nem depende de conceito para ser arte; a arte é enquanto tal, sem pendências e sem dependências.