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David Hume e o “número de Dunbar”: uma abordagem evolucionista sobre os fundamentos da moralidade
Marcelo de Araujo
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Marcelo de Araujo
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 61 / 1
- Ano
- 2016
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2016.1.21659
- Páginas
- 89-106
- Idioma
- en
2016Marcelo de Araujo. David Hume e o “número de Dunbar”: uma abordagem evolucionista sobre os fundamentos da moralidade. Veritas (Porto Alegre), v. 61, n. 1, p. 89-106, 2016.1
O objetivo deste artigo é caracterizar o conceito de justiça como uma convenção social indispensável para a emergência de obrigações morais no contexto de grupos que ultrapassam o “numero de Dunbar”. O artigo retoma, por um lado, a teoria da justiça proposta por David Hume na terceira seção de Uma Investigação sobre os Princípios da Moral, e, por outro lado, a hipótese de Robin Dunbar acerca do número máximo de indivíduos com os quais uma pessoa pode manter relações sociais estáveis que envolvam laços de amizade, vínculos de família, e histórias pessoais compartilhadas.
