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Decolonialidade  na Educação Química: debatendo aspectos ontológicos e epistemológicos

Márcio Reis Barros, Paola Amaris-Ruidiaz, Andrei Steveen Moreno-Rodríguez

Autor
Márcio Reis Barros, Paola Amaris-Ruidiaz, Andrei Steveen Moreno-Rodríguez
Revista
Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias
Edição
32 / 1
Ano
2025
DOI
10.34024/prometeica.2025.32.20542
Páginas
e20542 (1-16)
Idioma
pt
2025Márcio Reis Barros, Paola Amaris-Ruidiaz, Andrei Steveen Moreno-Rodríguez. Decolonialidade  na Educação Química: debatendo aspectos ontológicos e epistemológicos. Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias, v. 32, n. 1, p. e20542 (1-16), 2025.4

Este estudo qualitativo explora como pesquisadores que estudam a Decolonialidade no Ensino de Química concebem a relação da produção de conhecimentos científicos com aspectos relacionados às estruturas coloniais vigentes. Para isso, objetivamos analisar como a colonialidade do ser e do saber impacta a produção e a legitimação do conhecimento químico dos povos latino-americanos. Os procedimentos metodológicos adotados neste estudo correspondem à realização de entrevistas com roteiros semiestruturados, realizadas com diferentes professores/pesquisadores latino-americanos e examinadas à luz da Análise Textual Discursiva. Como resultado, obtivemos a categoria final “O indivíduo e a Ciência: debatendo aspectos do ser e do saber”. Nela abordamos as dimensões ontológica e epistemológica, relacionadas com a colonialidade do poder, compreendendo que a vivência do indivíduo nesse sistema-mundo influencia sua constituição e, consequentemente, sua produção de conhecimento. Compreendemos que a visão da Ciência como uma construção humana, permite interpretar a realidade com base em paradigmas sociais e culturais.