Dedução Transcendental e Esquematismo Transcendental:O problema da possibilidade e da necessidade da constituição de objetos em Kant
Andréa Luisa Bucchile Faggion
- Autor
- Andréa Luisa Bucchile Faggion
- Orientador(a)
- Zeljko Loparic
- Universidade
- UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS — UNICAMP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- DOUTORADO
- Ano
- 2007
A expressão “Revolução Copernicana”, usada por Kant para enfatizar a ruptura entre a filosofia crítica e a metafísica tradicional, leva-nos, acima de tudo, a considerar o objeto do conhecimento de uma nova maneira. Agora, o problema da relação entre uma representação e seu objeto tem um conceito do último similar a uma construção matemática como sua condição de solubilidade. Em outras palavras, a forma do objeto é considerada como sendo constituída por operações cognitivas. Explorando a Dedução Transcendental e o Esquematismo Transcendental, nós acreditamos ter descoberto que, mais do que a possibilidade de que um objeto em sentido “forte” seja constituído por operações cognitivas, Kant teve sucesso mesmo em provar que, em princípio, nós sempre temos que poder executar aquelas operações (desde que nós temos intelecto discursivo e intuição sensível). Isto é o mesmo que dizer que nossa leitura pretende compatibilizar a Semântica Trasncendental, enquanto uma Semântica Construtivista, com uma leitura anti-cética dos fins da Analítica Transcendental.
