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Deleuze e Spinoza: da multiplicidade e da diferença para além do orgânico
José Vinícius Barbosa Silva Véras
Artigo
Ver fonte original- Autor
- José Vinícius Barbosa Silva Véras
- Revista
- Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509)
- Edição
- 15 / 25
- Ano
- 2024
- Páginas
- 35-44
- Idioma
- pt
2024José Vinícius Barbosa Silva Véras. Deleuze e Spinoza: da multiplicidade e da diferença para além do orgânico. Revista Conatus - Filosofia de Spinoza (ISSN 1981-7509), v. 15, n. 25, p. 35-44, 2024.1
Ao pensarmos na filosofia da diferença de Gilles Deleuze como meio direto de contraefetuação do esquema filosófico da representação e da transcendência devemos levar em consideração as relações paradoxais de construção de identidade sem negação e, a partir disso, apontar três características fundamentais de sua ontologia: a imanência, a multiplicidade e a potência. Argumentamos como a concepção de continuum diferencial é aplicada na redefinição sobre organicidade na filosofia de Gilles Deleuze levando em consideração a concepção Spinozista de corpo e de natureza onde os conceitos de diferença e vida Deleuzeanos podem, afirmativamente, nos modos serem compreendidos de forma simultânea como intensidades.
Palavras-chave:
