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DEUS, FÉ, SUPERSTIÇÃO E O SENTIDO DA VIDA NO JOVEM WITTGENSTEIN
Lucas Vera Guarneri, Marciano Adilio Spica
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Lucas Vera Guarneri, Marciano Adilio Spica
- Revista
- PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
- Edição
- 11 / 23
- Ano
- 2022
- DOI
- 10.26512/pl.v11i23.44431
- Páginas
- 13 - 24
- Idioma
- pt
2022Lucas Vera Guarneri, Marciano Adilio Spica. DEUS, FÉ, SUPERSTIÇÃO E O SENTIDO DA VIDA NO JOVEM WITTGENSTEIN. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 11, n. 23, p. 13 - 24, 2022.1
O presente texto tem como tarefa mostrar uma possível interpretação de algumas anotações a respeito da crença religiosa realizadas por Wittgenstein à época do Tractatus. Nosso principal objetivo é mostrar como, para o jovem Wittgenstein, a fé em Deus possui íntima ligação com um sentido para a vida e que isso tem importantes contribuições para o entendimento do que tal autor entendia por fé em Deus, em contraposição, por exemplo, à mera superstição. Para fazermos isso, começamos elucidando a relação da fé em Deus com o sentido da vida e do mundo, para, depois, mostrarmos como tal relação tem profundas implicações na compreensão wittgensteiniana de fé, em contraposição à superstição.
Palavras-chave:
