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Dramas da Imanência: Gebhardt, Deleuze, Benjamin e o Infinito Barroco de Espinosa
Henrique Piccinato Xavier
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Henrique Piccinato Xavier
- Revista
- Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
- Edição
- 7 / 2
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.26512/rfmc.v7i2.25619
- Páginas
- 71-87
- Idioma
- pt
2019Henrique Piccinato Xavier. Dramas da Imanência: Gebhardt, Deleuze, Benjamin e o Infinito Barroco de Espinosa. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 7, n. 2, p. 71-87, 2019.2
Atravessar três “dramas da imanência” construídos por três filósofos contemporâneos: Carl Gebhardt, Gilles Deleuze e Walter Benjamin, isto é, atravessar três singulares interpretações que relacionam a ideia de imanência presente na filosofia moderna, sobretudo a de Espinosa, com a arte seiscentista, ou seja, a barroca. Mais que dramas, para um olhar espinosano, tais interpretações são tragédias, pois produzem uma teatralidade aporética que dilapida a positividade da ideia de imanência. Da triste tragédia para algo mais feliz, reelaboremos os dramas, procurando desfazer tais aporias, conduzindo-nos à compreensão da positividade “barroca” da imanência em Espinosa.
Palavras-chave:
