- Autor
- Jorge Moreira
- Revista
- Revista Ideação
- Edição
- 1 / 41
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.13102/ideac.v1i41.4972
- Páginas
- 332-347
- Idioma
- pt
O presente texto foi publicado pela primeira vez em 1956, na revista The Philosophical Review, que apresenta uma discussão muito relevante para a filosofia contemporânea no século XX, a saber, a discussão acerca da crítica que Quine realiza contra os dogmas do empirismo. No artigo intitulado Two Dogmas of Empiricism, publicado no livro From a Logical Point of View, Quine ataca a distinção clássica entre enunciados analíticos e enunciados sintéticos. Grice e Strawson pretendem, no presente artigo, argumentar contrariamente à crítica feita por Quine, pois consideram que o autor exige demasiadamente o estabelecimento de critérios que suportem a afirmação da distinção mencionada. Por fim, o artigo dos autores pretende mostrar como o uso estabelecido da distinção é aceitável, uma vez que ela auxilia na resolução de algumas demarcações filosóficas. A presente tradução foi feita a partir do texto original, publicado em 1956.O presente texto foi publicado pela primeira vez em 1956, na revista The Philosophical Review, que apresenta uma discussão muito relevante para a filosofia contemporânea no século XX, a saber, a discussão acerca da crítica que Quine realiza contra os dogmas do empirismo. No artigo intitulado Two Dogmas of Empiricism, publicado no livro From a Logical Point of View, Quine ataca a distinção clássica entre enunciados analíticos e enunciados sintéticos. Grice e Strawson pretendem, no presente artigo, argumentar contrariamente à crítica feita por Quine, pois consideram que o autor exige demasiadamente o estabelecimento de critérios que suportem a afirmação da distinção mencionada. Por fim, o artigo dos autores pretende mostrar como o uso estabelecido da distinção é aceitável, uma vez que ela auxilia na resolução de algumas demarcações filosóficas. A presente tradução foi feita a partir do texto original, publicado em 1956.
