Artigo
Ver fonte original- Autor
- Klaus Guenther Henrig
- Revista
- Revista Ágora Filosófica
- Edição
- 20 / 2
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.25247/P1982-999X.2020.v20n2.p223-228
- Páginas
- 223-228
- Idioma
- pt
2020Klaus Guenther Henrig. Ensaio Fenomenológico. Revista Ágora Filosófica, v. 20, n. 2, p. 223-228, 2020.1
Estrofes do poema de Gonçalves Dias, em Coimbra, 1846, com saudades do Brasil. Vejamos o que albergam. Comecemos pelo Sabiá. Maiúsculo, talvez por respeito ao seu canto. Que varia de acordo com as várias espécies. Lembrando que elas somente cantam no começo da primavera, em agosto, mês do acasalamento e feitura dos ninhos, se aquietando no verão, na labuta dos pais em alimentar gulosos filhotes prestes a se tornarem independentes. Não sei se nosso bacharel-indianista sabia destes detalhes, poisdesnecessários nos traços de sua inspiração. Como também o não saber do canto dos machos como comunicação inicialmente amorosa (com as fêmeas, naturalmente) e depois assegurando seu território da concorrência de terceiros de sua espécie.
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