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FENOMENOLOGIA PARA UMA MORAL

Gustavo Fujiwara, Beatriz Viana de Araujo Zanfra

Autor
Gustavo Fujiwara, Beatriz Viana de Araujo Zanfra
Revista
Revista Limiar
Edição
2 / 4
Ano
2015
DOI
10.34024/limiar.2015.v2.9260
Páginas
126-145
Idioma
pt
2015Gustavo Fujiwara, Beatriz Viana de Araujo Zanfra. FENOMENOLOGIA PARA UMA MORAL. Revista Limiar, v. 2, n. 4, p. 126-145, 2015.2

Nosso objetivo neste trabalho é, por meio das noções de Cogito e Ego tais como elaboradas por Jean-Paul Sartre, traçar um itinerário investigativo tendo como suporte principalmente as obras A Transcendência do Ego e Esboço de uma teoria das emoções que nos permita chegar a uma moral defi nida em bases fenomenológicas, ou ainda uma moral que lide com a liberdade à qual, segundo Sartre, todos nós estamos condenados. Tendo apenas a pretensão de fornecer uma orientação preliminar a tal tema, a atenção de nosso estudo se volta sobretudo para a maneira como Sartre demonstra o Cogito como originariamente desprovido de um Eu para a partir daí mostrar como se dá a constituição do Eu, o que desembocará numa concepção mais aprofundada da consciência e numa teoria das emoções.