Voltar para Artigos
Artigos

Finitude e singularidade: o jogo dos irredutíveis em Sartre

Marcelo Prates

Autor
Marcelo Prates
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
22 / 3
Ano
2022
DOI
10.31977/grirfi.v22i3.2933
Páginas
63-79
Idioma
pt
2022Marcelo Prates. Finitude e singularidade: o jogo dos irredutíveis em Sartre. Griot : Revista de Filosofia, v. 22, n. 3, p. 63-79, 2022.2

Este artigo tem por objetivo analisar a noção de finitude na obra de Sartre como base para a antropologia existencial desenvolvida nela. Perpassando desde O ser e o nada até as últimas entrevistas, discutimos tal tese a partir das análises, sobretudo, de Bornheim, Moutinho e Mészáros. Para isso, num primeiro momento discute a relação entre ser, finitude e negação. Num segundo momento, associamos a noção de finitude com a de singularidade e como por ela é estabelecida a relação entre ontologia, história e psicanálise existencial. Por fim, afere ao jogo dos irredutíveis como a dinâmica própria que subjaz à antropologia existencial.