Voltar para Artigos
Artigos

Finitude e transcendência: o drama existencial de Santo Agostinho

Regineide Menezes de Lima

Autor
Regineide Menezes de Lima
Revista
Revista Ágora Filosófica
Edição
9 / 1
Ano
2009
DOI
10.25247/P1982-999X.2009.v1n1.p119-136
Páginas
119-136
Idioma
pt
2009Regineide Menezes de Lima. Finitude e transcendência: o drama existencial de Santo Agostinho. Revista Ágora Filosófica, v. 9, n. 1, p. 119-136, 2009.1

  Santo Agostinho, em sua inquietação, estudou, se aprofundou no problemahumano. Em sua busca, quer saber quem é o homem? Logo concebe uma resposta mais convincente à questão instigante, qual seja: “Que grande mistério é o homem!” É nas Confissões que o doutor africano, em autobiografia, vai revelar toda sua humanidade. Pecados serão declinados. Não só confessa suas misérias, porém se torna contrito adorador de Deus. Portanto, neste opúsculo a pretensão é caminhar tomados pela mão do singular e extraordinário ser humano que foi Agostinho, no desejo de imitá-lo e abeberar-nos nas suas experiências espirituais e, finalmente, à sua semelhança, encontrar o caminho que leva à felicidade e, logo, acalmar o nosso inquieto coração naquele que é todorepouso, Deus.