Artigo
Ver fonte original- Autor
- Joana Tolentino
- Revista
- Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE)
- Edição
- 2020 / 34
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.26512/resafe.v2i34.35135
- Páginas
- 110-126
- Idioma
- pt
2020Joana Tolentino. FISSURAS DECOLONIAIS: TRAUMA COLONIAL, FILOSOFIAS E ENSINO. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), v. 2020, n. 34, p. 110-126, 2020.2
Esse texto propõe uma reflexão acerca das feridas da colonialidade, especialmente o racismo, o sexismo e o complexo de inferioridade, e suas marcas na concepção hegemônica ocidental de filosofia, seu cânone, suas práticas e ensino, foco último da investigação nesse escrito. O objetivo, após o reconhecimento deste modelo hegemônico e sua crítica, é apresentar outras possibilidades de conceber a atividade filosófica, seu cânone e sua prática educativa, a partir da criação de fissuras decoloniais. Concepções de filosofia e ensino baseadas nos princípios da democracia, diversidade, horizontalidade, criatividade, que promovam a equidade étnica, de gênero, sexualidade, entre os seres em geral, pessoas, territórios, culturas.
