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Guattari: Máquina, sujeito e história

Larissa Drigo Agostinho

Autor
Larissa Drigo Agostinho
Revista
Trans/Form/Ação
Edição
43 / 1
Ano
2020
DOI
10.1590/0101-3173.2020.v43n1.07.p103
Páginas
103-126
Idioma
pt
2020Larissa Drigo Agostinho. Guattari: Máquina, sujeito e história. Trans/Form/Ação, v. 43, n. 1, p. 103-126, 2020.4

A partir de uma apresentação do contexto político e social no interior do qual a obra de Guattari se insere, buscamos definir o debate político francês da década de 60, no campo do marxismo, sobretudo do materialismo histórico em torno da questão do sujeito da história. O objetivo deste artigo é explicitar as razões que levam Guattari a romper com o estruturalismo, representado na psicanálise por Lacan e no marxismo por Althusser. A relevância deste texto está na apresentação do conceito de máquina, que se define em oposição ao conceito de estrutura e que, unindo história e inconsciente, visa a traçar o espaço de emergência de um sujeito da história, de um sujeito político. Recebido: 18/09/2017Aceito: 30/06/2019