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Hannah Arendt: da ação nas tragédias gregas aos conselhos revolucionários

Carlos Fernando Silva Brito

Autor
Carlos Fernando Silva Brito
Revista
Perspectivas
Edição
6 / 2
Ano
2021
DOI
10.20873/rpv6n2-07
Páginas
118-131
Idioma
pt
2021Carlos Fernando Silva Brito. Hannah Arendt: da ação nas tragédias gregas aos conselhos revolucionários. Perspectivas, v. 6, n. 2, p. 118-131, 2021.1

O presente texto objetiva explorar a possibilidade de correspondência entre os elementos extraídos por Arendt na leitura de Homero e da fonte trágica grega, e àqueles percebidos pela autora nos sistemas de conselhos. Para tanto, este ensaio fará um primeiro movimento de compreensão da interpretação que Hannah Arendt faz da figura do herói homérico e suas implicações para seu conceito de ação não soberana e em seguida uma exposição de sua leitura sobre os sistemas de conselho destacando a importância que a autora da ao surgimento espontâneo dessas experiências. Com isso não se pretende reforçar as críticas feitas de quer Hannah Arendt é um pensadora nostálgica, mas explorar o tema das fontes do seu pensamento destacando a singularidade do mesmo que consiste em pensar o impensado pela tradição.