Artigo
Ver fonte original- Autor
- Odílio Alves Aguiar
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 14 / 2
- Ano
- 2016
- DOI
- 10.31977/grirfi.v14i2.713
- Páginas
- 274-287
- Idioma
- pt
2016Odílio Alves Aguiar. Hannah Arendt e o malogro do espírito revolucionário. Griot : Revista de Filosofia, v. 14, n. 2, p. 274-287, 2016.2
O texto examina o conceito arendtiano de revolução presente na obra Sobre a Revolução (1963), focalizando, especialmente, a questão do malogro do espírito revolucionário. Nossa leitura guia-se pela hipótese de que a relação entre a necessidade e a liberdade atravessa a obra da autora e ilumina a compreensão arendtiana de revolução. A opção pela necessidade, pelo econômico, por um lado, e pela formalidade jurídica, por outro, em detrimento da liberdade, está na origem, segundo Hannah Arendt, do malogro do espírito revolucionário no mundo ocidental, particularmente nas suas grandes revoluções: a francesa e a americana.
Palavras-chave:
