- Autor
- Vanessa Furtado Fontana
- Revista
- Aufklärung: journal of philosophy
- Edição
- 8 / 3
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.18012/arf.v8i3.60607
- Páginas
- p.63-76
- Idioma
- pt
O artigo analisa a obra Krisis de Husserl sob uma perspectiva ética. O principal argumento ético está na famosa afirmação de Husserl acerca da função do filósofo como “funcionário da humanidade”. Limita-se a ética do filósofo como aquele que garante a possibilidade de construir uma ética totalizante. É através do filósofo e da comunidade de filósofos que a crise contemporânea pode ser pensada e ultrapassada. Destaca-se o conceito de responsabilidade como chave para uma ética do filósofo, ou seja, como sujeito responsável em pensar o seu tempo histórico. Deve-se pensar o papel do filósofo na construção de uma ética da comunidade. Trata-se de pensar como o filósofo pode ajudar na crise das ciências e da humanidade em geral, para que esta se torne uma humanidade autêntica.
