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I CONSIGLI DI MACHIAVELLI AL CITTADINO ELETTORE

Antonio José Romera Valverde

Autor
Antonio José Romera Valverde
Revista
PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
Edição
9 / 17
Ano
2018
DOI
10.26694/pensando.v9i17.7432
Páginas
359-363
Idioma
pt
2018Antonio José Romera Valverde. I CONSIGLI DI MACHIAVELLI AL CITTADINO ELETTORE. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 9, n. 17, p. 359-363, 2018.1

Maurizio Virolli (Forli, 14 marzo 1952) ficou conhecido do público brasileiro através da publicação de Direitos e Deveres na República: os grandes temas da política e da cidadania, escrito em parceria com Norberto Bobbio, editado pela Campus Elsevier, 2007. (Título original: Dialogo intorno alla Republica, Laterza, 2001). Conhecido também pela biografia de Maquiavel, intitulada O sorriso de Nicolau: biografia de Maquiavel,[1] editado pela Estação Liberdade, em 2002. De tom mais leve e humano que as biografias escritas por Ridolfi[2] e por De Grazia,[3] pois traça a circulação de Maquiavel junto aos poderosos – papas, reis, imperador, burgueses -, as amizades e os amores, as constantes viagens diplomáticas à França, Alemanha, Suíça, a movimentação nas demandas de legazioni e de commissarie, negociações, em que representava a República de Florença, como Secretário da Chancelaria, destacando assim os nexos entre vida e obra. Virolli é professor das universidades Princeton University (New Jersey) e da Università della Svizzera Italiana a Lugano, além de consultor da Presidência da República Italiana. Primeiramente, estudou o pensamento político rousseauniano, na obra Jean-Jacques Rousseau e la teoria della società bene ordinata, de 1993, em particular, no âmbito do republicanismo, e, após, estudou o pensamento político maquiaveliano, em Machiavelli, de 1998, e Il Dio di Machiavelli e il problema morale dell'Italia, de 2005. A conjugar o republicanismo[4] e o amor à pátria,[5] refazendo os passos de Rousseau e de Maquiavel, Virolli constrói o norte de sua contribuição crítica à filosofia política contemporânea e à prática das eleições para cargos maiores e às escolhas de ministros.