Artigo
Ver fonte original- Autor
- Arlei de Espíndola
- Revista
- Argumentos - Revista de Filosofia
- Edição
- 8
- Ano
- 2012
- DOI
- 10.36517/Argumentos.4.8.19199
- Idioma
- pt
2012Arlei de Espíndola. Jean-Jacques Rousseau: ciência, progresso e corrupção moral. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 8, 2012.1
O artigo procura mostrar o nexo que Rousseau estabelece entre o plano do conhecimento e o âmbito moral, político, e econômico. A cada progresso no âmbito do saber a especulação do filósofo aponta para o robustecimento de diferentes males nas esferas indicadas. Desenvolvendo esse diagnóstico, e posicionando-se negativamente em relação ao questionamento apresentado pelos acadêmicos de Dijon em 1749, o filósofo genebrino não pretende se tornar um inimigo absoluto das luzes. A intenção que ele conserva, além de salientar aquele nexo, é a de defender valores como, por exemplo, a virtude, o civismo, a simplicidade de costumes, a sinceridade, a liberdade, e a igualdade.
