Artigo
Ver fonte original- Autor
- Jerônimo Milone
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 65 / 2
- Ano
- 2020
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2020.2.37923
- Páginas
- e37923
- Idioma
- pt
2020Jerônimo Milone. Judith Butler: um formidável “erro” de tradução. Veritas (Porto Alegre), v. 65, n. 2, p. e37923, 2020.1
O presente artigo aborda um acontecimento recente ao redor de um problema babélico e, por conseguinte, literário, com o intuito de esclarecer os limites e os poderes da tradução. Não apenas é sabido que a responsabilidade de um tradutor está ligada a critérios empregados em escolhas atinentes às palavras, respeitando ou não a plurívoca matiz de seus significados e, detrás (ou diante) disso, seu sentido, mas, também, o tradutor escolhe, ao traduzir, aquilo que não deve ser traduzido, aquilo que, em determinados contextos, só é dito mantendo-se à distância.
Palavras-chave:
