Artigo
Ver fonte original- Autor
- Odílio Alves Aguiar
- Revista
- Philósophos - Revista de Filosofia
- Edição
- 8 / 2
- Ano
- 2007
- DOI
- 10.5216/phi.v8i2.3215
- Idioma
- pt
2007Odílio Alves Aguiar. JUÍZO DE GOSTO E LEGITIMIDADE EM HANNAH ARENDT. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 8, n. 2, 2007.1
Nossa intenção é explicitar a noção de juízo em Hannah Arendt, partindo da legitimidade como contexto de problematização e tomando a finitude humana como horizonte de tematização. Nosso principal argumento é o de que em Arendt o juízo é concebido como político e o gosto é o modelo do seu modus operandi. Essa concepção é fruto da recepção arendtiana da Terceira Crítica, a Crítica da Faculdade do Juízo, de Kant. Assim, a partir da ligação de juízo a gosto, apresentaremos as seguintes dimensões do juízo: intersubjetiva, autônoma e compreensiva.
